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Grupos em vulnerabilidade social recebem cestas básicas

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Associações que trabalham com grupos em vulnerabilidade social receberam, nesta segunda-feira (27/07), 195 cestas básicas da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc). Os produtos fazem parte do montante doado pelo banco Bradesco ao Governo do Estado neste mês. As instituições contempladas atuam com públicos LGBT, população em situação de rua, migrantes e igualdade racial.

Quinze instituições que atuam na capital foram atendidas pela Sejusc. Todas estão cadastradas no Departamento de Promoção e Defesa de Direitos (DPDD) da Sejusc, vinculado à Secretaria Executiva de Direitos Humanos (SEDH), responsável por promover e garantir a implementação de políticas públicas voltadas para os direitos humanos no Amazonas.

O secretário William Abreu, titular da Sejusc, explica que o trabalho das instituições é de extrema importância. Além disso, ele destaca que o Governo do Estado segue cumprindo o seu papel de ajudar quem mais precisa.

A chefe do DPDD, Jeneffer Santos, reforçou o valor das cestas para esses grupos, principalmente neste momento de pandemia do novo coronavírus (Covid-19). “Muitas dessas associações trabalham com pessoas que, durante a pandemia, perderam ou não tiveram nenhuma fonte de renda, entrando em total vulnerabilidade social e alimentícia. Essas cestas estão proporcionando dignidade e um direito de ter alimentação previsto na Constituição”, disse.

O coordenador do projeto Mais Amor, Júlio Ferrezo, conta que o grupo atua, desde 2016, junto a pessoas em situação de rua, promovendo trabalhos em comunidades carentes. “Atendemos, em média, de 50 a 60 famílias. A importância dessas cestas é essa, levar alimentação a quem está precisando no momento. Elas têm uma importância muito grande para nós e para quem vai receber”.

Outra instituição contemplada é a Rede Nacional de Travestis, Mulheres Transexuais e Homens Trans Vivendo e Convivendo com o HIV. A representante no Amazonas, Mirna Lysa, explica que a pandemia afetou o trabalho de muitas profissionais do sexo. Ela agradece o auxílio das cestas. “O trabalho está difícil para elas porque elas vivem da prostituição. O cliente não está mais indo para rua, então, elas estão sem esse alimento. As cestas são muito importantes porque a gente vai poder ajudar essas meninas, travestis e transexuais sem trabalho”.

Com informações da Sejusc*

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