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Governo avalia flexibilização de flutuantes na modalidade restaurante

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O governador Wilson Lima se reuniu com representantes da Associação dos Flutuantes do Rio Tarumã-Açu (Afluta) para tratar sobre a flexibilização da atividade, que está suspensa desde o mês de setembro como medida para combater a disseminação do novo coronavírus no estado.
O Governo do Amazonas estuda flexibilizar o funcionamento dos flutuantes registrados como “restaurante” na classificação principal do CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas). A medida ainda precisa ser avaliada pelo Comitê de Enfrentamento à Covid-19, que se reúne na próxima sexta-feira (13/11).
Para o governador, a reunião serviu para que os representantes do setor pudessem apresentar suas demandas, mostrando que o Governo do Estado está aberto ao diálogo.
“Também há uma demanda antiga pela regulamentação dessa atividade, que vem se mostrando um importante vetor econômico no nosso estado, com geração de empregos e renda a partir de serviços de lazer e turismo. Estamos atentos a tudo isso, levando em conta que todas as nossas decisões precisam ser responsáveis, seguindo as orientações dos profissionais de saúde”, afirmou Wilson Lima.
“A categoria em que a gente se insere está totalmente ligada ao turismo, e o turismo foi flexibilizado, está funcionando com restrições. Estamos saindo dessa reunião com um sentimento muito bom, de missão cumprida, com o entendimento de que o governador compreendeu e foi sensível com a nossa questão”, avaliou o presidente da Afluta, Lúcio Bezerra.
Regulamentação – Outra pauta do encontro foi a regulamentação dos flutuantes. A deputada estadual Therezinha Ruiz integra um Grupo de Trabalho da Assembleia Legislativa criado para propor normas para o setor e explicou como as discussões têm avançado.
“Desde o ano passado, a gente vem reunindo com os proprietários dos flutuantes para que a gente criasse normas e regulamentasse esses espaços. Então, montamos esse grupo de trabalho, que se reuniu várias vezes para apresentar um documento que depois pudesse ser transformado numa lei de regulamentação”, disse a deputada.

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