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Caso Djidja: condenados terão que pagar R$492 mil ao AM

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Os sete réus condenados por crimes ligados ao caso Djidja Cardoso terão que pagar, juntos, quase meio milhão de reais para a Justiça do Amazonas. As multas fazem parte da sentença aplicada aos réus, que também inclui 10 anos, 11 meses e 8 dias de prisão para cada.

A determinação foi do juiz Celso de Paula, da 3ª Vara de Delitos de Tráfico de Drogas.

Condenados no caso Djidja

O valor determinado é de 1.493 dias-multa de 1/30 do salário mínimo — que é de cerca de R$46,06, considerando que o salário mínimo hoje é de R$1.412,00. O total a ser pago por cada um dos réus é de aproximadamente R$70.270,53.

Os sete condenados por crimes relacionados ao tráfico de drogas e associação ao tráfico são:

  1. Cleusimar Cardoso (mãe de Djidja);
  2. Ademar Cardoso (irmão de Djidja);
  3. Veronica da Costa Seixas (ex-gerente de um dos salões de beleza da família);
  4. Hatus Moraes Silveira (coach da família);
  5. José Máximo Silva de Oliveira (dono da clínica veterinária que fornecia drogas à família);
  6. Savio Soares Pereira (sócio da clínica veterinária);
  7. Bruno Roberto da Silva Lima (ex-namorado de Djidja).

Crimes

Todos os réus foram condenados por tráfico de drogas e associação ao tráfico. De acordo com a Justiça do Amazonas, o grupo era responsável por um esquema de tráfico e consumo indiscriminado de ketamina, um medicamento veterinário que é usado como entorpecente.

Dois dos réus do processo, a cabeleireira Claudiele Santos e o maquiador Marlisson Dantas, foram absolvidos após o Ministério Público do Amazonas (MPAM) concluir que não estavam envolvidos com o tráfico de drogas que era realizado dentro dos salões de beleza da família Cardoso.

O caso veio a público após a morte da ex-sinhazinha do Boi Garantido, Djidja Cardoso, por uma overdose de ketamina dentro da casa onde morava com a mãe e o irmão.

 

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