O inquérito foi instaurado com base em relatórios do Ministério Público Federal e de órgãos de proteção à criança. Os dados indicam que o servidor público teria realizado abordagens inapropriadas a alunas, utilizando ferramentas digitais e aplicativos de mensagens para estabelecer contatos irregulares. A intervenção da Justiça Federal busca interromper essa prática e assegurar que o ambiente acadêmico permaneça protegido.
Além do afastamento das funções, os agentes cumpriram mandados de busca e apreensão na residência do investigado e em locais estratégicos. O objetivo é recolher dispositivos eletrônicos e outros materiais que possam servir como evidência material para o processo criminal em curso.
Decisão da Justiça Federal foca na proteção das vítimas
A medida cautelar imposta pela magistratura visa garantir a lisura da instrução criminal, impedindo que o investigado utilize seu cargo ou influência para intimidar testemunhas ou ocultar provas. A ação da Justiça Federal é um passo crucial para a preservação dos direitos das jovens e para a transparência na apuração de desvios de conduta no serviço público federal.
As autoridades ressaltam que o processo segue sob sigilo para resguardar a intimidade das adolescentes afetadas. Novos desdobramentos devem ocorrer conforme a análise dos itens apreendidos for concluída pelos peritos.


