terça-feira, fevereiro 10, 2026
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    CMM registra em delegacia o desparecimento de Livro de Posse

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    Após o desaparecimento do Livro de Posse da Câmara Municipal de Manaus (CMM), foi instaurada, na sexta-feira (17), uma Representação Criminal e enviada à Delegacia Especializada em Roubos, Furtos e Defraudações (DERFD) da Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), para investigação.

    A abertura do inquérito policial foi anunciada pelo presidente da CMM, vereador Caio André (PSC), no dia 10 de março, depois do fim da sindicância interna que havia sido aberta em janeiro para apuração do caso, e encerrou sem resultado conclusivo.

    “Confiamos agora no trabalho da polícia do nosso estado, bem como prestaremos todo apoio necessário, aqui no parlamento, para ajudar na elucidação do caso”, afirmou Caio André, ao ressaltar que o livro guarda parte da história da capital amazonense.

    “Não tendo sido possível apurar o paradeiro do livro, nem encontrar o possível suspeito ou autor de algum delito. Desta forma, indicou-se a necessidade de averiguação nas vias policiais. A Procuradoria da Casa providenciou a notícia-crime”, disse Eloi Pinto de Andrade Júnior, procurador da CMM.

    Desaparecimento 

    O sumiço do Livro de Posse dos presidentes e das Mesas Diretoras do parlamento municipal foi notado durante os preparativos da posse do novo presidente e da Mesa Diretora, realizada no dia 1º de janeiro. Para dar posse ao novo gestor da CMM, foi necessária a abertura de um novo livro.

    Uma sindicância interna foi aberta em janeiro deste ano para averiguar o sumiço do livro histórico, ouvindo servidores que tiveram contato com o arquivo. A sindicância foi prorrogada por 30 dias, contudo, o paradeiro do livro continuou sem fato conclusivo.

    “Com a finalização da sindicância em relação ao sumiço do livro de posse, estamos encaminhando o resultado para as autoridades policiais, para que sejam tomadas as medidas. Cabe, agora, à autoridade que tem poder de polícia resolver essa questão, afinal nós não encontramos o livro e não foi possível apurar de quem é, efetivamente, a responsabilidade”, detalhou Caio André.

    Nomes da política amazonense que passaram pelo cargo de presidente da Câmara assinaram o livro que desapareceu, como Luiz Alberto Carijó, Isaac Tayah, Bosco Saraiva e Wilker Barreto.

    Com informações da Gazeta da Amazônia*

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