HomeSociedade'Prato Cheio' distribuiu 4,5 milhões de refeições no Amazonas

‘Prato Cheio’ distribuiu 4,5 milhões de refeições no Amazonas

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Um estudo divulgado pelo Instituto Fome Zero (IFZ) em março deste ano mostrou que em 2023, aproximadamente 13 milhões de pessoas deixaram de enfrentar a fome no país, enquanto 20 milhões saíram da condição de insegurança alimentar moderada.

Prato Cheio

No Amazonas, o programa Prato Cheio, conduzido pelo Governo Estadual, é a principal ferramenta do Amazonas contra a insegurança alimentar. No ano de 2023, as 44 unidades em operação, tanto na capital quanto no interior, forneceram um total de 4.501.995 milhões de refeições e sopas.

O programa é composto por dois serviços distintos: os restaurantes populares, que operam de segunda a sexta-feira, das 11h às 13h, oferecendo refeições pelo valor simbólico de R$ 1; e as cozinhas populares, onde a sopa é gratuita e cada pessoa atendida tem direito a 1 litro de alimento, de segunda a sábado, no mesmo horário. Os cardápios são elaborados por nutricionistas e variam de acordo com o dia da semana.

Manaus

Na cidade de Manaus, durante o período de janeiro a dezembro do ano anterior, foram servidas 2.164.079 refeições nos restaurantes e cozinhas populares, oferecendo uma nutrição essencial a pessoas em extrema pobreza, pobreza, baixa renda, desempregados, pessoas em situação de rua e portadores de deficiência.

Interior

Já nas 26 unidades localizadas no interior do estado, onde o programa vem sendo progressivamente expandido desde 2021, foram disponibilizadas 2.337.916 refeições e sopas ao longo do ano de 2023.

A titular da Secretaria de Estado de Assistência Social (Seas), Kely Patrícia, explica como o programa impacta as famílias amazonenses: “O Prato Cheio vai muito além de apenas fornecer alimento, pois também contribui para a economia das famílias. Uma pessoa ou uma família de cinco pessoas em situação de vulnerabilidade consegue se alimentar com todos os nutrientes necessários por apenas R$ 1 por dia”, destacou a secretária.

Além disso, Patrícia ressaltou que o programa também visa promover a educação, o empreendedorismo e o desenvolvimento sistêmico dos beneficiários. “É papel da assistência social não apenas realizar distribuições, mas também fomentar a economia local e pessoal, possibilitando que saiam da condição de vulnerabilidade”, afirmou.

 

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