O combate à fome e à insegurança alimentar no Amazonas ganhou reforço significativo em 2024 com o programa Prato Cheio, que alcançou a marca de 5 milhões de refeições e sopas servidas ao longo do ano. Criado para atender populações em situação de vulnerabilidade, o programa é uma iniciativa da Secretaria de Estado de Assistência Social (Seas) e atua como referência nacional no enfrentamento à fome.
Impacto do Prato Cheio na capital e no interior
Com 44 unidades em operação no estado, o programa distribuiu cerca de 2,5 milhões de refeições em Manaus, atendendo pessoas em situação de extrema pobreza, baixa renda, desempregados, moradores de rua e pessoas com deficiência.
No interior, onde estão localizadas 26 unidades, outros 2,5 milhões de pratos e sopas foram ofertados, garantindo segurança alimentar a milhares de famílias em comunidades vulneráveis.
“O Prato Cheio garante a alimentação de centenas de famílias todos os meses. Por apenas R$ 1, pessoas em situação de vulnerabilidade têm acesso a uma refeição nutritiva e de qualidade. É um compromisso contínuo do Governo do Amazonas no combate à fome e à insegurança alimentar,” destacou Kely Patrícia, secretária da Seas.
Qualidade e acolhimento
O programa não apenas oferece refeições acessíveis, mas também proporciona acolhimento e dignidade aos beneficiados. O idoso Galdino Ribeiro, de 78 anos, frequentador da unidade do bairro Alvorada, na zona oeste de Manaus, elogiou o serviço:
“O almoço é muito gostoso! Para quem não tem condições, é uma oportunidade única. O atendimento é aconchegante, e os funcionários realmente se preocupam com a gente. Esse programa ajuda muito a população,” declarou.
Promoção da saúde e bem-estar
Além de oferecer alimentação acessível, o Prato Cheio também promove saúde e bem-estar por meio de eventos educativos e oficinas. Em 2024, as unidades da capital e do interior realizaram 162 atividades, incluindo palestras sobre nutrição, prevenção de doenças e autocuidado, bem como oficinas de qualificação profissional.
“As ações vão além da alimentação. Nas unidades, nutricionistas e assistentes sociais oferecem conteúdos educativos que ampliam o conhecimento dos usuários e os estimulam a buscar inserção no mercado de trabalho,” explicou Jéssica Monteiro, gerente de Ações Descentralizadas de Segurança Alimentar e Nutricional da Seas.
Um modelo de combate à fome
Reconhecido como um programa modelo, o Prato Cheio é um exemplo de como políticas públicas voltadas à segurança alimentar podem transformar a vida de comunidades em situação de vulnerabilidade.
Com refeições nutritivas e acessíveis, além de ações integradas de saúde e educação, o programa reafirma o compromisso do Governo do Amazonas em promover dignidade e qualidade de vida à população mais necessitada.


