HomeAmazôniaÓrgãos ambientais aplicam R$ 92 milhões em multas

Órgãos ambientais aplicam R$ 92 milhões em multas

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Em menos de quatro meses, a operação Tamoiotatá 4, liderada por órgãos ambientais, resultou na aplicação de aproximadamente R$ 92 milhões em multas por crimes ambientais no sul do Amazonas. A operação, que visa combater o desmatamento e outras práticas ilegais, concentrou suas ações em municípios como Lábrea, Novo Aripuanã e Apuí, responsáveis por cerca de 60% das infrações.

Balanço da Operação

Durante reunião no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), em Manaus, os dados da operação foram apresentados, destacando a imposição de 97 autos de infração e 148 embargos, totalizando 16,9 milhões de hectares de áreas embargadas. Além disso, 30 termos de apreensão foram aplicados, com a apreensão de tratores, motosserras e outros equipamentos utilizados nas práticas ilegais.

Reunião com Órgãos Estaduais e Federais

A reunião contou com a presença de representantes de diversos órgãos, incluindo a Polícia Federal, Ibama, Ministério Público e Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM). O secretário de Segurança Pública do Amazonas, coronel Vinícius Almeida, destacou a importância da operação e anunciou um próximo encontro no sul do estado para discutir com a comunidade e autoridades locais o fortalecimento das ações de combate aos crimes ambientais.

Importância da Ação

Juliano Valente, diretor-presidente do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam), ressaltou a relevância das operações de combate ao desmatamento, enquanto o juiz Moacir Pereira, da Vara Especializada em Meio Ambiente do TJAM, enfatizou a necessidade de maior atuação do poder judiciário para garantir a efetividade das sanções.

Próximos Passos

A próxima reunião dos órgãos fiscalizadores será realizada no início de setembro no sul do Amazonas, com a presença do TJAM e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), visando buscar novas estratégias no combate aos crimes ambientais e reforçar a parceria com a sociedade.

Consumidores e cidadãos preocupados com o meio ambiente podem acompanhar e denunciar atividades ilegais, contribuindo para a proteção da floresta amazônica.

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