sábado, abril 13, 2024
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    Moro diz que não viu “nada de mais” em mensagens divulgadas

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    Em primeiro evento público após ter mensagens de textos divulgadas pelo site “The Intercept”, o Ministro da Justiça Sergio Moro afirmou, nesta segunda-feira (10) em Manaus, não ter visto “nada de mais” nas trocas de mensagens. Ainda disse que não pode comprovar a veracidade das mensagens pois não possui o registro das mesmas.

    “O que houve foi uma invasão criminosa de celulares de procuradores. Pra mim, isso é um fato bastante grave, ter havido essa invasão e essa divulgação. E quanto ao conteúdo, no que diz respeito a minha pessoa, eu não vi nada de mais”, disse o ministro a jornalistas em coletiva de imprensa.

    “Não tem nenhuma orientação ali naquelas mensagens. Eu nem posso dizer que são autênticas, porque veja, são coisas que aconteceram, e se aconteceram, anos atrás. Eu não tenho mais essas mensagens, não tenho registro disso”, continuou Moro ao ser perguntado sobre as orientações feitas por ele para o procurador Deltan Dallagnol, coordenador da Lava Jato em Curitiba.

    “Os juízes conversam com procuradores. Juízes conversam com advogados, com policiais. Isso é algo normal”, falou Moro. Ao ser questionado se a sua atitude teria sido antiética e influenciado de alguma forma no resultado da Operação Lava Jato que prendeu o ex-presidente Lula, em abril de 2018, o ministro respondeu que “de forma nenhuma”.

    “Eu vim aqui para falar sobre a questão do Amazonas, não sei se tem mais alguma pergunta a esse respeito, se não eu encerro aqui”, finalizou o ministro, driblando os jornalistas e se retirando da coletiva de imprensa, visivelmente irritado.

    Moro está na capital amazonense para participar de uma reunião do Conselho Nacional dos Secretários de Estado da Justiça, Cidadania, Direitos Humanos e Administração Penitenciária (Consej), que foi realizada nesta manhã no Hotel Quality, na Zona Centro-Sul.

    À tarde, ele visitará, acompanhado do governador do Estado do Amazonas, Wilson Lima, o Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj) para inaugurar uma fábrica de panificação para os detentos. No fim do mês passado, 19 presos foram assassinados no Compaj.

     

     

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