segunda-feira, abril 15, 2024
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    Para resolver situação de emergência, Guaidó diz que aceitaria intervenção militar dos EUA

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    O líder da oposição venezuelana, Juan Guaidó concedeu uma entrevista ao jornal italiano La Stampa, nesta sexta-feira. Ele acusa Nicolás Maduro de já ter passado todas as “linhas vermelhas”. Diante da situação de emergência política no país, Guaidó diz estar disposto a aceitar uma intervenção militar dos Estados Unidos.
    “Se os americanos propusessem uma intervenção militar, eu provavelmente aceitaria”, disse autoproclamado presidente, durante a entrevista. Ele enfatizou a detenção do deputado Edgar Zambrano, o qual chama de “sequestro absurdo”.

    O chefe da diplomacia norte-americana também manifestou indignação e disse que a “detenção arbitrária” do vice-presidente do Parlamento é “um ato inaceitável e ilegal que reflete, mais uma vez, a repressão do regime de Maduro”.

    Em contrapartida, o apoiador de Maduro, o presidente da Assembleia Constituinte, Diosdado Cabello, advertiu os países que condenaram a detenção, na quarta-feira (8), do vice-presidente do Parlamento, Edgar Zambrano, para que não se intrometam nos assuntos internos venezuelanos.

    Depois da prisão do vice-presidente da Assembleia Nacional, dois integrante do governo de Maduro pediram abrigo. O deputado, Richard Blanco procurou refugio na embaixada da Argentina e o deputado Américo de Grazia na italiana.
    Ambos fazem parte do grupo que manifestou apoio ao autoproclamado presidente Juan Guaidó, de quem o Supremo Tribunal retirou a imunidade parlamentar.

    Outro ponto mencionado ao La Stampa, por Guaidó é a perda de contato com opositores do regime que são acusados e detidos. De acordo com as famílias dos parlamentares da Assembleia Nacional da Venezuela, eles perdem o contato com eles após a prisão.

    Prisão de Edgar Zambrano

    Zambrano foi detido por funcionários do Serviço Bolivariano de Inteligência da Venezuela. O vice-presidente do Parlamento venezuelano estava dentro do carro em frente a sede do partido Ação Democrática, em Caracas. Como se recusou a sair do carro, a polícia rebocou o carro para a prisão do Sebin, denominada Helicoide.

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