quarta-feira, janeiro 21, 2026
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    Pichações na Ponta Negra geram prejuízos aos cofres públicos

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    Prefeitura de Manaus gasta em média R$ 15 mil por mês com repintura de áreas vandalizadas

    O complexo turístico da Ponta Negra, localizado na zona oeste de Manaus, vem sofrendo com ações recorrentes de pichação. Considerado um dos principais cartões-postais da capital amazonense, o espaço público mantido pela Prefeitura de Manaus tem enfrentado impactos negativos na paisagem urbana e custos elevados com manutenção.

    De acordo com a administração municipal, a média mensal de gastos com repintura para remoção de pichações chega a R$ 15 mil.

    Pichação é crime ambiental e pode gerar detenção

    A prática de pichar é considerada crime ambiental, conforme o artigo 65 da Lei nº 9.605/98 (Lei de Crimes Ambientais). A penalidade inclui detenção de três meses a um ano, além de multa.

    Diferente do grafite — reconhecido como expressão artística quando autorizado pelo proprietário e com o objetivo de valorizar o espaço —, a pichação é enquadrada como vandalismo e dano ao patrimônio público ou privado.

    Implurb reforça importância da preservação do espaço público

    Pedro Paulo Cordeiro, diretor de planejamento do Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb), destacou os impactos da pichação nas cidades:

    “Manaus e diversas cidades brasileiras enfrentam essa prática que, além de sujar, poluir e prejudicar a paisagem urbana, por vezes deteriora bens culturais e gera despesas para manutenção dos espaços públicos.”

    Ele também reforçou a necessidade de consciência cidadã:

    “Respeitar a cidade é também uma forma de ocupar com consciência os espaços que são de todos.”

    População pode denunciar atos de vandalismo na Ponta Negra

    O coordenador da comissão da Ponta Negra, Alberto Maciel, fez um apelo à população:

    “Pedimos a colaboração da população para ajudar a manter esse lindo espaço, patrimônio da cidade e que é de uso para todos.”

    Denúncias sobre pichações ou vandalismo podem ser feitas diretamente à Polícia Militar, que atua na base oeste do complexo, pelo telefone: (92) 98842-2586.

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