Alunos realizam etapa da Olimpíada de Astronomia e Astronáutica

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Estudantes da Prefeitura de Manaus realizaram, na última semana da etapa de lançamento de foguetes, na praia da Ponta Negra, zona Oeste.
Texto - Érica Marinho/Semed Foto - Eliton Santos/Semed

Estudantes da Prefeitura de Manaus, que participam da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), realizaram, na última semana da etapa de lançamento de foguetes, na praia da Ponta Negra, zona Oeste. A ação, que faz parte da Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG), reuniu alunos da Secretaria Municipal de Educação (Semed), da escola municipal Aristóphanes Bezerra de Castro, localizada na zona Norte da cidade.

Aproximadamente 40 estudantes do 7º e 8º ano do ensino fundamental estão envolvidos nas pesquisas relacionadas à OBA e à MOBFOG, que são eventos abertos para a participação de alunos de escolas públicas, privadas, urbanas e rurais.

De acordo com a gestora da Aristóphanes Bezerra, Francineide Bento, o apoio do prefeito de Manaus, David Almeida, da secretária de Educação, professora Dulce Almeida, e de toda equipe de professores da Semed é fundamental para despertar no aluno o interesse pela ciência.

“É muito interessante para os alunos trabalharem a educação de forma integral, com experiências inovadoras e que motivem cada vez nas pesquisas científicas. O apoio que recebemos do prefeito David, da secretária Dulce e de toda equipe de educadores da Semed é fundamental para que tenhamos sucesso. Trazer os alunos para um outro ambiente, onde eles possam colocar em prática todo o trabalho desenvolvido durante vários dias é algo muito enriquecedor para eles”, comentou Francineide.

A professora de Geografia, Cleide Gomes, é a responsável pela OBA, que iniciou na escola em 2019. Segundo a educadora, os estudos acontecem no contraturno para não atrapalhar o horário de aula e, dessa forma, conquistar mais alunos interessados no mundo científico.

“Eles são muito interessados em assuntos relacionados à astronomia e astronáutica, vibram com cada conquista, e é essa curiosidade que nós queremos aguçar em cada um e assim se tornarem um pesquisador científico. Eles estão aqui colocando em prática toda pesquisa realizada, uns deram certo e outros não, mas isso não desanimou ninguém, muito pelo contrário, estão com mais vontade de acertar”, explicou a professora.

O foguete é feito com garrafa PET, tubo de PVC, fita crepe, água, vinagre e bicarbonato de sódio. O lançamento é avaliado pela distância, medida entre o local que foi lançado até onde o foguete chegou.

O aluno André Dias, 13, do 7º ano, disse que a construção do foguete foi muito difícil, mas que o apoio da professora foi fundamental para a construção do material. “A primeira vez que eu fiz o foguete não deu certo, mas a professora me ajudou muito, me deu dicas que fizeram com que a construção fosse mais correta. Essa é uma experiência muito legal e espero que ele alcance a medida necessária”, disse.

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