Bolsonaro proíbe a exportação de agulhas, seringas e diluentes

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O governo federal publicou no Diário Oficial da União o decreto que inclui agulhas, seringas e diluentes na lista de produtos, cuja exportação está proibida.
Foto: Divulgação gov. br

O governo federal publicou no Diário Oficial da União (DOU) nesta segunda-feira (26) o decreto que inclui agulhas, seringas e diluentes na lista de produtos, cuja exportação está proibida em razão da crise sanitária provocada pela pandemia do novo coronavírus.

A alteração ocorreu por meio de edição do decreto que regulamenta a Lei nº 13.993, sancionado em abril de 2020.

A edição do decreto concede ao Executivo a prerrogativa de impedir venda de itens médicos, hospitalares e de higiene essencial em benefício de política de combate à disseminação da covid-19.

No decreto de abril do ano passado já estão incluídos de equipamentos de proteção individual (EPIs) como luvas de proteção de látex e plástico, máscaras, capas e casacos de proteção de TNT (tecido não tecido), óculos, além de camas hospitalares, ventiladores pulmonares e monitores multiparâmetros.

Com a inclusão de seringas, agulhas e diluentes, são mais de 15 itens, entre produtos médicos, hospitalares e de higiene essenciais ao combate à epidemia da covid-19, que estão proibidos de serem exportados.

Vacinação avança

A prefeitura de Manaus promove mais uma nova etapa de vacinação contra a covid-19. Com isso, hoje (5), desta vez contempla com a primeira dose o público geral de 25 anos de idade.

Dessa forma, para agilizar o atendimento nos pontos de vacinação, a secretária Shádia Fraxe, da Semsa, sugere que seja feito o cadastro na plataforma Imuniza Manaus.

O acesso pode ser feito pelo link https://imuniza.manaus.am.gov.br.

“Esse é um mecanismo que ajuda muito porque evita que os registradores precisem inserir no sistema todos os dados necessários. Quando as informações já foram preenchidas previamente, o caminho até os vacinadores é bem mais curto”, orientou.

Além das pessoas a partir dos 25 anos, seguem sendo vacinadas as gestantes e puérperas e os trabalhadores das Forças Armadas e de segurança e salvamento (cujos nomes estejam nas listas oficiais encaminhadas à Semsa).

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