TSE desmente fake news nas redes sociais sobre urnas de 2018

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O TSE divulgou uma nota de esclarecimento para rebater duas fake news sobre a urna eletrônica que já haviam sido desmentidas em 2018.
Foto: Antonio Augusto/Ascom/TSE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou uma nota de esclarecimento para rebater duas notícias falsas sobre a urna eletrônica que já haviam sido desmentidas em 2018.

A princípio, as notícias falsas voltaram a circular nos últimos dias em aplicativos de mensagem e redes sociais. Isso ocorre, menos de um mês do primeiro turno das eleições municipais deste ano, marcado para 15 de novembro.

Uma das mensagens, que circula em vídeo, diz que o TSE recusou consultoria do Instituto de Tecnologia da Aeronáutica (ITA) e do Instituto Militar de Engenharia (IME). Esta, portanto, seria feita para o desenvolvimento de uma urna eletrônica capaz de imprimir o voto.

As três instituições negam, desde 2018, a existência de qualquer proposta de assessoria nesse sentido. Os posicionamentos oficiais podem ser encontrados aqui.

Edital falso

Outra notícia falsa, que desta vez circula no Facebook, diz respeito a um edital publicado em 2017. Este, seria para a compra de impressoras para as urnas eletrônicas.

Com base no depoimento de um professor de Ciência da Computação da Universidade de Brasília (UNB), a fake news afirma que uma empresa fundada por dois venezuelanos teria tido acesso ao código das urnas após vencer o certame, abrindo a porta para fraudes futuras.

O edital para a compra de impressoras não foi adiante, pois a impressão do voto acabou suspensa pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo o TSE, uma empresa fundada pelos venezuelanos de fato havia vencido a licitação. No entanto, acabou desclassificada posteriormente por apresentar equipamento incompatível com as exigências técnicas.

“Além disso, em nenhum momento, a referida empresa teve acesso a quaisquer códigos da urna”, alega o tribunal.

A identificação das notícias falsas que votaram a circular foi feita por uma coalização firmada entre a Justiça Eleitoral e nove agências de checagem compostas por jornalistas profissionais.

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Com informações da Agência Brasil*

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