AM aparece como 4º estado com maior desemprego segundo IBGE

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Foto: Divulgação/Setrab

No 2º trimestre de 2020, a taxa de desocupação no Brasil chegou a 13,3%, aumento de 1,1 ponto percentual em relação ao primeiro tri (12,2%).

As maiores taxas foram observadas nos estados:

Bahia (19,9%)

Sergipe (19,8%)

Alagoas (17,8%)

Amazonas (16,5%)

Rio de Janeiro (16,4%)

Roraima (16,3%)

Maranhão (16,0%)

A menores taxas foram em:

Santa Catarina (6,9%)

Pará (9,1%)

Rio Grande do Sul (9,4%)

Paraná (9,6%)

A informação é do IBGE. Mas a crise vem afetando a população de maneiras diferentes.

Entre os estados, 11 tiveram aumento na taxa, 14 se mantiveram estáveis e dois melhoraram o ambiente de trabalho (Amapá e Pará).

É o que mostra a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) Trimestral, divulgada na manhã desta sexta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Aumentos relevantes

Ocorreu em Sergipe a maior alta, cuja taxa de desemprego cresceu 4,3 pontos porcentuais (p.p.).

Outros aumentos relevantes ocorreram em:

Mato Grosso do Sul (+3,7 p.p.)  e Rondônia (+2,3 p.p).

Segundo o IBGE, apenas Amapá e Pará tiveram queda na taxa (-5,8 p.p. e -1,6 p.p. respectivamente).

Os demais Estados apresentaram estabilidade na taxa de desemprego.

Em termos regionais, a força de trabalho do Nordeste vem sofrendo mais com a crise e acumula 16,1% de desocupados.

O Sudeste registrou aumento de 12,4% para 13,9%, o Sul, de 7,5% para 8,9%, e o Centro-Oeste de 10,6% para 12,5%.

O Norte se manteve estável.

Mulheres e pretos sofrem mais

Enquanto 12,0% dos homens não estão ocupados, 14,9% das mulheres não têm emprego. Já a taxa de desocupação por cor ou raça mostrou que o índice dos que se declararam brancos (10,4%) ficou abaixo da média nacional.

Entretanto, as taxas das pessoas que se declararam pretas (17,8%) e pardas (15,4%) ficaram acima.

Os jovens entre 18 a 24 anos de idade, (29,7%), também apresentaram patamar elevado de desocupação em relação à taxa média total.

A maior taxa, no entanto, ocorreu entre os menores de idade (42,8%), e a menor, entre os idosos (60 anos ou mais) com 4,8%.

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Com informações do Portal BNC*

 

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