Amazonas perde 4,8 mil vagas com carteira em maio

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Foto: Divulgação

O Amazonas perdeu 4.846 postos de trabalho com carteira assinada em maio, como resultado, nos cinco primeiros meses do ano, foram fechadas 14.190 vagas no mercado formal, de acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia. No Brasil, 331.901 postos foram fechados no último mês.

Este foi o segundo pior resultado do ano, abaixo apenas de abril, quando foram fechados 9.103 postos, em plena pandemia de coronavírus. Na Região Norte, o Amazonas liderou a retração e representou quase a metade dos 10.151 postos perdidos, bem acima do segundo maior mercado da região, o do Pará, que ficou sem 2.257 vagas.

Em termos relativos, o mercado de trabalho do Amazonas encolheu 1,20% e ficou com a terceira maior queda em relação ao estoque do mês anterior foram, só perdendo para o Rio Grande do Sul, que retraiu 1,31% e Sergipe, com queda de 1,24%.

Com a nova reformulação do Caged, o Ministério da Economia não liberou os setores com maiores quedas nos Estados. No Brasil, a redução do emprego foi foi liderada pelos serviços, com a extinção de 143.479 postos, seguido pela indústria (de transformação, de extração e de outros tipos), com 96.912 postos a menos. Em terceiro lugar, vem o comércio com o fechamento de 88.739 postos de trabalho.

O nível de emprego diminuiu na construção civil com o fechamento de 18.758 postos. Somente o grupo que abrange agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura criou empregos com carteira assinada no mês passado, com a contratação de 15.993 pessoas.

O Sudeste liderou o fechamento de vagas, com 180.466 postos a menos, seguido pelo Sul com menos 78.667 postos e pelo Nordeste com menos 50.272 postos. O Centro-Oeste fechou 12.580 postos de trabalho e o Norte extinguiu 10.151 postos formais.

Nos serviços, a extinção de empregos foi puxada pelo segmento de alojamento e alimentação (que engloba hotéis e restaurantes), com o fechamento de 54.313 postos formais. A categoria de serviços de informação, comunicação e atividades financeiras, atividades imobiliárias, profissionais e administrativas fechou 37.687 vagas.

Na indústria, o destaque negativo ficou com a indústria de transformação, que demitiu 94.236 trabalhadores.

As novas estatísticas do Caged não detalham as contratações e demissões por segmentos do comércio. A série histórica anterior separava os dados do comércio atacadista e varejista.

Com informações do Portal D24am*

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