Cerca de mil pessoas farão teste com hidroxicloroquina no Brasil

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Foto: Ilustração

Pesquisas com o medicamento hidroxicloroquina, amplamente usado no combate ao lúpus e à artrite reumatoide, aumentaram a esperança no combate à covid-19. Apesar de ainda não haver evidências conclusivas sobre a eficácia da droga, cientistas de diferentes países dedicam tempo e esforços ao estudo de seus efeitos em pacientes com o novo coronavírus.

O medicamento, citado com entusiasmo por Donald Trump e Jair Bolsonaro, será testada contra o Covid-19, novo coronavírus, no Brasil. Uma coalizão de hospitais brasileiros deve iniciar os testes em 1.356 pacientes.

O projeto Coalizão Covid-19, que reúne 70 hospitais do país, entre eles Albert Einstein, HCor e Sírio Libanês, utilizará – em conjunto com a hidroxicloroquina, azitromicina e dexametasona.

A iniciativa, que tem apoio do Ministério da Saúde, será beneficiada com a união dos esforços dos hospitais, pois, permitirá uma amostragem mais ampla.

O médico Alexandre Biasi revelou à Folha de SP que os medicamentos serão ministrados a três grupos de pacientes: os que têm sintomas leves, os pacientes com problemas mais graves e os que estão internados em UTIs com ventilação mecânica.

Será observado se há efeitos colaterais e de que maneira os medicamentos auxiliam na recuperação dos pacientes. A pesquisa deve demorar de dois a três meses, mas caso haja um resultado seguro e eficiente, os hospitais aprovarão e indicarão o tratamento.

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