8 projetos sociais em Manaus para se voluntariar

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(Foto: Reprodução Instagram)

Yolanda Bento, do Portal Projeta – A caridade fortalece o espírito, acalenta o coração, renova a esperança e (re)cria oportunidades. Doar amor e tempo ao próximo nos lembra que somos todos merecedores de afeto e atenção em uma sociedade que prega, cada vez mais, o distanciamento emocional. O processo é transformador para quem faz e para quem recebe.

Para ajudar nessa transformação, o Projeta listou 8 projetos sociais que vão desde coleta de lixo até doação de ração. Confira:

1. Auxiliares do Bem: o grupo se descreve como um “projeto que busca auxiliar quem mais precisa, sendo a ponte entre quem quer ajudar e aquelas pessoas que necessitam de ajuda.” A cada 40 dias, o grupo busca uma instituição de caridade, um abrigo ou comunidade para auxiliar com doações, recreação e muito amor.⠀O projeto nasceu em outubro de 2018. Saiba como ser um voluntário aqui.

(Foto: Reprodução Instagram)

2. Igarapés Limpos: grupo voluntário sem fins lucrativos ou políticos que foca na conscientização ambiental e ajuda a reverter a poluição dos rios e igarapés em torno de Manaus. O projeto nasceu em 2018 e, entre agosto e dezembro, nove ações foram realizadas com mais de 300 voluntários envolvidos e, 5,25 toneladas de lixo coletadas. Qualquer pessoa que se sentir apta pode participar das ações, que ocorrem pontualmente pela cidade. Saiba mais aqui. 

(Foto: Reprodução Instagram)

3. Sopaterapia: os voluntários se reúnem às terças-feiras, 17h, para preparar e “distribuir sopa e amor pelas ruas do Centro de Manaus”. Desde 2016 o grupo aquece as noites de pessoas em situação de rua com sopas quentinhas. Na semana passada, batem o recorde de 570 sopas distribuídas. Eles estão precisando de voluntários para participar da entrega do alimento. Para participar, é só mandar uma mensagem pela rede social Instagram.

(Foto: Reprodução Instagram)

4. Remada Ambiental: o projeto mistura atividade física com conscientização ambiental enquanto é realizada a coleta de resíduos sólidos no Rio Tarumã. Em pranchas de Sup, os voluntários minimizam os impactos do lixo no local, recolhendo garrafas pet, latinhas, sacos de biscoitos, etc. A ideia teve origem durante atividades da Remada Nascer do Sol em 2015, realizada com alguns alunos da escolinha SupAmazonas, que durante esta prática esportiva observaram muito resíduo sólido flutuante dentro e nas margens do lago Tarumã. O projeto tem como objetivo principal chamar atenção da população sobre os impactos relacionados à poluição na APA Tarumã, por conta do descarte inadequado de resíduos sólidos. Para participar, é só preencher o termo de adesão e aguardar o contato.

(Foto: Reprodução Instagram)

5. Caboco do Bem: grupo de impacto social formado por jovens, entre 18 e 30 anos, que desenvolve trabalho de humanização com moradores de rua através de ações sustentáveis, além de mobilizações para ajudar abrigos de idosos e crianças. “Nós temos duas vertentes de voluntariado, os voluntários de liderança que são as pessoas que passaram no processo seletivo e trabalham com a gente na coordenação. E tem os voluntários de ação que não trabalham diariamente conosco e apenas vão para as ações para ajudar como staff, não precisa de seleção pra isso”, disse o co-fundador do grupo, Rafael Souza. O grupo surgiu em fevereiro de 2017, com ideia de dois amigos, o Rafael e a Isabela, de entregar suco para pessoas em situação de rua. Hoje, eles fazem ações como o Suco Amigo, onde eles reutilizam garrafinhas pet de 300 ml para preparar sucos de frutas doadas por pessoas que têm árvores em casa. E o EmanAmor, onde com um banheiro móvel em um ‘truck’, eles oferecem o Banho do Bem para pessoas em situação de rua, além de cortes de cabelo e atendimento médico. Se interessou? Manda uma mensagem pra eles.

(Foto: Reprodução Instagram)

6. Sem Raça Definida: a ONG surgiu da força e amor de mulheres pelos animais. As amigas, que por causa de uma cadela resgatada, a Mel, se conheceram e criaram a SRD há oito anos. Hoje, elas resgatam os animais das ruas, castram, vermifugam, vacinam e os levam para suas casas, para depois colocarem para adoção. “Nós somos responsáveis pelo animal até sua adoção, melhor dizer, até depois da adoção já que acompanhamos a adaptação dele em seu novo lar”, disse uma das fundadoras, Deborah Lopes. O voluntário pode ajudar dando um lar provisório ao animal, transporte, doação de ração, principalmente para gatos, e medicamentos, divulgando as ações da ONG e muito mais. Além disso, as meninas da ONG dão palestras em escolas para conscientizar as pessoas a não abandonarem seus bichinhos nas ruas. “A gente tem que mudar a cabeça das pessoas, que é algo muito difícil. Então a gente tem que ensinar desde pequeno, por isso que a gente faz palestra e vai na escola pras crianças, pra ensinar a importância de cuidar de um animal e adotar um animal, e não comprar”, explicou Deborah. Para saber como ajudar, é só ficar de olho no Instagram da Sem Raça Definida.

(Foto: Reprodução Instagram)

7. Instituto Tchibum: além das ações de Humanização e Educação, o Tchibum também atua com o Voluntariado de Impacto, que tem o objetivo de desenvolver ações e projetos sociais de voluntários que desejam fazer a diferença e impactar Manaus positivamente. Na sua primeira edição, em 2018, o projeto atendeu cerca de 25 crianças do bairro Monte das Oliveiras. Este ano, o Tchibum vai atender 100 crianças do bairro Tancredo Neves, com idades de 7 a 13 anos. Para saber mais sobre o projeto, clique aqui.

(Foto: Reprodução Instagram)

8. Projeto Hermanitos: “Estamos aqui para acolher e integrar nossos irmãos venezuelanos em Manaus, contribuindo para o seu desenvolvimento e melhoria da qualidade de vida. Trazemos informações, serviços de cidadania, notícias e conectamos oportunidades para quem procura trabalhar e para quem procura um perfil profissional qualificado”. Este é o objetivo do projeto Hermanitos que através de um site, criou uma plataforma de intermediação de mão de obras para os imigrantes, onde os venezuelanos podem cadastrar seus currículos e onde empregadores podem buscar, em um banco de dados, profissionais que estão prontos para serem inseridos no mercado. O projeto aceita voluntários que desejam contribuir, é só mandar uma mensagem pelo site.

(Foto: Reprodução)

 

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